sábado, 12 de fevereiro de 2022

CORONAVÍRUS-O APOCALIPSE DO SÉCULO XXI

O poeta cordelista Guaipuan Vieira foi rápido e escreveu o cordel Coronavírus O apocalípse do Séc. XXI.  É um cordel com oito páginas, edição Cecordel, 26/03/2020.

                                                                                                                    

 

sábado, 8 de maio de 2021

  •   CICLO DE CARTAS NA LITERATURA DE CORDEL

Observando a produção de cordéis do poeta Guaipuan Vieira há vários ciclos, destacamos cartas.

   


http://www.cecordel.com.br


quinta-feira, 6 de maio de 2021

   VERSOS DO POETA ELIZEU DE SOUSA PAULINO

    Meu nome Elizeu Paulino                

    Um poeta popular

    Nascido em Pacatuba

    Terra boa de morar.

    Eu escrevo poesia

    A qualquer hora do dia

    Basta um bom tema chegar. 

     O poeta Elizeu de Sousa Paulino nasceu em Pacatuba, Ceará em 28 de outubro de 1944. Escreveu seu primeiro cordel O VIGILANTE em 1992. Naquele ano conheceu o Cecordel que lhe proporcionou estimulo para novas produções de cordel, a exemplo de O CÃO DA ITAÓCA ASSOMBRA MORADORES, RAUL SEIXAS — A SAGA DO MALUCO BELEZA, PREVINA-SE CONTRA A AIDS, AOS 80 ANOS DE POESIA DO PATATIVA DO ASSARÉ(Elizeu Paulino/Maria Luciene), AS PROEZAS DE SEU LUNGA, em parceria com Guaipuan Vieira. A produção do poeta Elizeu Paulino ganhou destaque em monografias e dissertações acadêmicas. Em novembro de 2020 um representante da entidade fez-lhe visita, ocasião que foi informado pelo poeta que estava bem de saúde. Prosou, recitou versos e fez questão de ser gravada esta estrofe: “O cemitério me trás/Uma tristeza temente,/Ao visitar uma cova/Se vê o valor da gente,/ matéria apodrecida,/Logo percebe que a vida/Nada vale realmente.”

    O jornal o Povo/VIDA & ARTE de 25/11/2014 fez observação de produção de cordel sobre Seu Lunga, em Fortaleza: “… Por 13 anos, Abraão Batista foi o único autor a publicar histórias sobre o personagem. Até que em 2000, os cordelistas Guaipuan Vieira e Elizeu Paulino escreveram As proezas de Seu Lunga, abrindo margem para que outros passassem a publicar histórias”. O poeta Elizeu Paulino reside no bairro Pajuçara, na cidade de Maracanaú, Ceará.  

segunda-feira, 19 de abril de 2021

 PROFESSOR GILMAR DE CARVALHO, UM GARIMPEIRO DA PESQUISA QUE NOS DEIXA

O falecimento do professor GILMAR DE CARVALHO, ocorrido domingo (18), em Fortaleza, deixa uma lacuna impreenchível na área  de pesquisa da cultura popular, especificamente da LITERATURA DE CORDEL. Foi um pesquisador  que não  arredava pé, para ver de perto e registrar a desenvoltura da arte popular. O nosso mais profundo sentimento de pesar e solidariedade à família pela perda tão dolorosa.

                                                   Cecordel  

sexta-feira, 2 de outubro de 2020



O poeta Gerardo Frota(Pardal), também escreveu sobre o COVID-19. O cordel  NÃO DÊ CARONA AO CORONA, escrito na modalidade educativo, vale apena conferir:

Tenho que ser mais ligeiro

Do que um vírus traiçoeiro

Que apareceu pelo mundo.

U’a doença ele promove

É a Convid-19

E seu ataque é profundo!

 

É muito certa a história

Que a via respiratória

Ele costuma atacar.

Se não tiver imunidade

É esta a pura verdade:

O bicho pode matar...

 

Onde age este infeliz?

Nos olhos boca e nariz

Ele atua principalmente.

As gotinhas que expelirem

Ao espirrarem ou tossirem

Podem contaminar a gente...

 

Gotinhas podem conter

Mihões de vírus e ser

Capazes de transmitir.

Pro outro que está ao lado

Por isso tenha cuidado

Ao espirrar ou tossir.

 

Ele pega pelo ares

Nas mesas e celulares

Computadores teclados.

Vá limpando tudo isso

Pois temos o compromisso

De não sermos atacados...

 

Distância de metro e meio

Deve ser o entremeio

Em uma aglomeração.

Se há pessoa infectada

Sem ser diagnosticada

Já pode haver transmissão...

 

Tão inventando na China

Um remédio ou uma vacina

Pra esta coisa parar.

Por enquanto só cuidado

Porque esse bicho danado

Tá botando é pra matar

 

Como manter a distância

E também a vigilância

Contra este vírus terrível?

Lave com água e sabão

O rosto os olhos e a mão

E assim será combatível!

 

Não toque no rosto não

Sem a higienização

Nem na boca e no nariz.

Passe gel no celular

E em objeto que usar

Nos brinquedos infantis.

 

Nada de beijos e abraços

Tem que aumentar os espaços

Entre você e seu irmão.

Mais de longe conversar

E pra nos cumprimentar

Não tem aperto de mão.

 

Máscara comum serviria

Pra pessoa doentia

Não contaminar ninguém?

Só a N95 É

Que cumpre com afinco

Esta função muito bem!

 

Mas o que é que a gente sente

Pra saber que está doente

Com esta “gripe perigosa”?

Fadiga recalcitrante

A febre perseverante

E tosse seca escabrosa.

 

Difícil respiração

Por problema no pulmão

Bem como o corpo doído.

Se diarreia e coriza vêm

Podem ser sinais também

É bom ficar esclarecido.

 

Se os sinais forem chegando

É bom logo ir procurando

Unidade de Saúde.

E se o caso confirmar

Em casa tem que ficar

Esta é a melhor atitude...

Crianças pegam o corona?

Poucos casos vieram à tona

Mas também são vulneráveis.

Os mais de 60 é a tônica

E os que têm doença crônica

Sem condições favoráveis!

 

Pois este tal de Corona

No pulmão pega carona

Traz na mala uma infecção

Passa pra pneumonia

Depois de muita agonia

Falência múltipla então.

Fortaleza(CE), Abril 2020


quarta-feira, 15 de abril de 2020

SEMINÁRIO POPULAR EM IBICARAÍ

Escola pública de Ibicaraí promoveu I Seminário da Cultura Popular Brasileira. Os poetas populares Patativa do Assaré, João Melquíades Ferreira, Leandro Gomes de Barros, Arievaldo Viana Lima, Bráulio Bessa e Guaipuan Vieira foram temas no importante evento cultural. Confira no link abaixo.


Ibicaraí - Grupo Escolar Léa Galrão promove I Seminário da Cultura Popular Brasileira

sexta-feira, 3 de abril de 2020

LUTO NA POESIA DE REPENTE
Morreu neste domingo (22) o poeta Valdir Teles, após sofrer infarto, em sua residência, na cidade de Tuparetama, Pernambuco. A informação da morte de Valdir foi confirmada pelo poeta e companheiro de jornada, Geraldo Amâncio, em suas redes sociais. O poeta Guaipuan Vieira, em seu programa Canto Sertanejo, na Rádio Pitaguary, com este versos prestou homenagem ao saudoso Valdir Teles:

Valdir Teles foi nas assas
De um anjo da poesia
Por atender um chamado
Do Reino da harmonia,
Morada do Pai divino
Que quis ver o nordestino
E ouvir sua maestria.


Lá contou sem ter orgia
A rima do bom repente,
Grande auditório lotou
Sem nenhum ficar ausente;
O Pai se encheu de alegria
Muito mais naquele dia
Por ter um filho presente.(Guaipuan Vieira)